quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Galáxia



Uma galáxia é um grande sistema, gravitacionalmente ligado, que consiste de estrelas, remanescentes de estrelas, um meio interestelar de gás e poeira e um importante mas insuficientemente conhecido componente apelidado de matéria escura.

As galáxias contêm quantidades variadas de sistemas e aglomerados estelares e de tipos de nuvens interestelares. Entre esses objetos existe um meio interestelar esparso de gás, poeira e raios cósmicos. A matéria escura parece corresponder a cerca de 90% da massa da maioria das galáxias. Dados observacionais sugerem que podem existir buracos negros supermaciços no centro de muitas, se não todas as galáxias. Acredita-se que eles sejam o impulsionador principal dos núcleos galácticos ativos – região compacta no centro de algumas galáxias que tem uma luminosidade muito maior do que a normal. A Via Láctea parece possuir pelo menos um desses objetos.

Existem provavelmente mais de 170 bilhões de galáxias no universo observável. Em sua maioria elas possuem de 1 000 a 100 000 parsecs de diâmetro e são separadas por distâncias da ordem de milhões de parsecs. O espaço intergaláctico é preenchido com um gás tênue com uma densidade média de menos de um átomo por metro cúbico. A maior parte das galáxias está organizada numa hierarquia de associações conhecidas como grupos e aglomerados, os quais, por sua vez, formam superaglomerados maiores. Numa escala maior, essas associações são geralmente organizadas em filamentos e muralhas, que são circundados por vazios imensos.



Via Láctea (nossa galáxia)



Tipos e Morfologia


Existem três tipos principais de galáxias: elípticas, espirais e irregulares. Uma descrição ligeiramente mais extensa dos tipos de galáxias baseada em sua aparência é dada pela classificação de Hubble. Como esta classificação é totalmente baseada no tipo morfológico visual, ela pode desconsiderar algumas características importantes das galáxias, como a taxa de formação de estrelas (em galáxias starburst) e a atividade no núcleo (em galáxias ativas).





Elípticas
O sistema de classificação de Hubble identifica as galáxias elípticas com base em sua elipticidade, variando de E0, quase esféricas, até E7, que são bastante alongadas. Essas galáxias têm um perfil elipsoidal, o que lhes confere uma aparência elíptica independentemente do ângulo de visão. A sua aparência mostra pouca estrutura e elas têm tipicamente pouca matéria interestelar. Consequentemente, essas galáxias também possuem uma porção pequena de aglomerados abertos e uma taxa reduzida de formação de novas estrelas. Em vez disso, elas são geralmente dominadas por estrelas mais velhas e evoluídas, que orbitam o centro comum de gravidade em direções aleatórias. Neste sentido, elas têm alguma similaridade com os muito menores aglomerados globulares.


As maiores galáxias são elípticas gigantes. Acredita-se que muitas galáxias elípticas se formam devido à interação de galáxias, resultando em colisões e junções. Elas podem crescer a tamanhos enormes (comparados com os das galáxias espirais, por exemplo), e galáxias elípticas gigantes são frequentemente encontradas perto do núcleo de grandes aglomerados de galáxias. Galáxias starburst são o resultado de uma colisão galáctica, que pode levar à formação de uma galáxia elíptica.

Galáxia elíptica Messier 87 (M87) ou NGC 4486

Espirais
Galáxias espirais consistem de um disco giratório de estrelas e meio interestelar, juntamente com um bulbo central destacado, composto geralmente de estrelas mais velhas. Estendendo-se para fora deste bulbo existem braços relativamente brilhantes. Na classificação de Hubble, as galáxias espirais são indicadas como tipo S, seguido por uma letra (a, b ou c) que indica o grau de aperto dos braços espirais e o tamanho do bulbo central. Uma galáxia Sa tem braços apertados e pouco definidos, com uma região de núcleo relativamente grande. No outro extremo, uma galáxia Sc tem braços abertos e bem definidos e uma pequena região de núcleo.Uma galáxia com braços pouco definidos é às vezes chamada de galáxia espiral floculenta, em contraste com as galáxias espirais de grande desenho, que têm braços espirais proeminentes e bem definidos.


A maioria das galáxias espirais possui uma faixa linear de estrelas em forma de barra que se estende para fora de cada lado do núcleo e depois se junta à estrutura do braço espiral. Na classificação de Hubble, elas são designadas por um SB, seguido de uma letra minúscula (a, b ou c) que indica a forma do braço espiral, da mesma forma como são categorizadas as galáxias espirais normais. Acredita-se que as barras sejam estruturas temporárias que podem ocorrer como resultado de uma onda de densidade irradiando-se para fora do núcleo, ou devido a uma interação de maré com outra galáxia. Muitas galáxias espirais barradas são ativas, possivelmente como resultado de gás sendo canalizado para o núcleo ao longo dos braços.


A Via Láctea é uma grande galáxia espiral barrada em forma de disco, com cerca de 30 mil parsecs de diâmetro e mil parsecs de espessura. Ela contém cerca de 200 bilhões de estrelas e tem uma massa total de 600 bilhões de vezes a massa do Sol.

Galáxia espiral Andrômeda


Galáxia espiral Galáxia do Rodamoinho


Irregulares

Galáxias irregulares são um tipo de galáxia que apresentam uma estrutura morfológica desordenada ou caótica, ou seja, não possuem formas elípticas ou espirais, mas sim forma indefinida. Geralmente esse tipo de galáxia tem uma grande quantidade de estrelas recém-nascidas e continuam a proliferar novas estrelas estando sempre em intensa atividade.

Dificilmente galáxias irregulares possuem grandes dimensões, e mesmo assim as de tamanho avantajado normalmente são resultado de colisões entre duas galáxias.

Alguns cientistas acreditam que as galáxias irregulares típicas podem ser a primeira fase de evolução de uma galáxia elíptica ou de uma galáxia espiral.

Galáxia irregular Sextante



Galáxias irregulares anãs Nuvens de Magalhães



Outras Morfologias


Peculiares
Galáxias peculiares são formações galácticas que desenvolvem propriedades não usuais devido a interações de maré com outras galáxias. Um exemplo disto é a galáxia em anel, que possui uma estrutura de estrelas e meio interestelar em forma de anel, circundando um núcleo vazio. Acredita-se que uma galáxia em anel acontece quando uma galáxia pequena passa pelo núcleo de uma galáxia espiral. Um evento desses pode ter afetado a Galáxia de Andrômeda, uma vez que ela apresenta uma estrutura multi-anel quando observada pela radiação infravermelha.


Objeto de Hoag, um exemplo de uma galáxia em anel.
Galáxia em anel Objeto de Hoag


Lenticulares
Uma galáxia lenticular é uma forma intermediária que possui propriedades tanto de galáxias elípticas quanto de espirais. Elas são categorizadas como tipo S0 na classificação de Hubble e possuem braços espirais mal definidos, com um halo elíptico de estrelas. Galáxias lenticulares barradas são denominadas Sb0 na classificação de Hubble.

NGC 5866, um exemplo de uma galáxia lenticular.
Galáxia lenticular NGC 5866




Galáxias Anãs


Apesar da proeminência das grandes galáxias elípticas e espirais, a maioria das galáxias no universo parecem ser anãs. Elas são relativamente pequenas quando comparadas com outras formações galácticas, tendo cerca de um centésimo do tamanho da Via Láctea e contendo apenas alguns bilhões de estrelas. Galáxias anãs ultra-compactas recentemente descobertas têm apenas 100 parsecs de largura.

Muitas galáxias anãs podem orbitar uma galáxia maior; a Via Láctea tem pelo menos uma dúzia desses satélites, estimando-se que haja de 300 a 500 ainda desconhecidos. Galáxias anãs podem ser classificadas também como elípticas, espirais ou irregulares. Como as pequenas anãs elípticas têm pouca semelhança com as grandes elípticas, elas são frequentemente chamadas galáxias anãs esferoidais.

Um estudo de 27 vizinhas da Via Láctea descobriu que em todas as galáxias anãs, a massa central é de aproximadamente 10 milhões de massas solares, independentemente de se a galáxia possui milhares ou milhões de estrelas. Isto levou à sugestão de que as galáxias são grandemente formadas por matéria escura e que o tamanho mínimo pode indicar uma forma de matéria escura morna, incapaz de coalescência gravitacional numa escala menor.

SagDEG galáxia anã elíptica de Sagittarius




Galáxia anã Leo I


Fonte: Wikipédia


domingo, 14 de setembro de 2014

Meteoros


Meteoros, ou popularmente conhecidos como estrelas cadentes, são rastros luminosos de meteoroides (pequenos pedaços de material sólido que vagam pelo espaço entre os planetas do Sistema Solar) que entram na atmosfera da Terra e queimam com o atrito.

A maior parte dos meteoroides vem dos cometas: eles orbitam o Sol e, quando passam perto dele, o calor faz com que algumas partes se desprendam e continuem circulando pela órbita do cometa, viajando ao redor do Sol.

Quando a Terra cruza essa órbita, ou passa muito perto dela, o planeta pode chocar-se com estes pequenos pedaços. A uma velocidade de até 250 mil km/h, eles entram em contato com os gases da nossa atmosfera, queimam por atrito e produzem aqueles traços luminosos. São as estrelas cadentes ou, usando termos científicos, meteoros.

A maioria deles queima-se completamente entre 90 e 130 quilômetros de altitude. Leva poucos segundos para se desintegrar, e o rastro luminoso dura pouco. Chuvas de meteoros acontecem o tempo inteiro, só que são mais visíveis nas noites escuras - entre as fases minguante e crescente da lua.

Como o movimento da Terra é bem determinado e as órbitas dos cometas são conhecidas, é possível prever chuvas de meteoros com antecedência.

Fonte: noticias.uol.com.br

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Constelações - Órion

A Lenda de Órion

Órion ou Orionte, na mitologia grega, foi um gigante caçador, um dos melhores a serviço de Ártemis. Ele foi colocado por Zeus entre as estrelas na forma da constelação de Órion.

Fonte: Wikipédia



















A Constelação de Órion

Órion ou Orionte, o caçador Órion, é uma constelação do equador celeste. As estrelas que compõem esta constelação podem ter como elemento do seu nome o genitivo "Orionis".

Órion é uma constelação reconhecida em todo o mundo, por incluir estrelas brilhantes e visíveis de ambos os hemisférios.

Nesta constelação também encontra-se uma das raras nebulosas que podem ser vistas a olho nu, a Nebulosa de Órion que é uma região de intensa formação de estrelas.

As constelações vizinhas são Gemini (Gêmeos), Taurus (Touro), Eridanus, Lepus (Lebre) e Monoceros (Unicórnio).
Fonte: Wikipédia




O Cinturão de Órion - Três Marias

Três Marias é o nome popular dado a um asterismo de três estrelas que formam o cinturão da constelação de Órion, o caçador. Outro nome popular para este grupo é Três Reis. As estrelas, facilmente identificáveis no céu pelo brilho e por estarem alinhadas, têm o nome de Mintaka, Alnilan e Alnitaka. A constelação tem a forma de um quadrilátero com as Três Marias no centro.

As estrelas que formam o Cinturão de Órion são facilmente identificadas no céu e são um importante alvo para se localizar diversas estrelas e constelações.
Fonte: Wikipédia




terça-feira, 9 de setembro de 2014

Constelações - Zodíaco



As constelações também representam o zodíaco.

Zodíaco é uma faixa imaginária do firmamento celeste que inclui as órbitas aparentes da Lua e dos planetas Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. As divisões do zodíaco representam constelações na astronomia e signos na astrologia.




O conceito de zodíaco tem interpretações diferenciadas nas astrologias ocidental, chinesa e védica.


Na astrologia ocidental, o Zodíaco é representado como uma circunferência onde estão colocados os planetas da forma como se apresentavam no céu no momento do nascimento do assunto estudado (que pode ser uma pessoa, cidade, país etc.) — o mapa astrológico da pessoa ou evento.

Os 360° da circunferência estão divididos em doze signos zodiacais: Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes. E cada um é regido por um planeta/astro: Marte, Vênus, Mercúrio, Lua, Sol, Vênus, Plutão, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.

Fonte: Wikipédia


Constelações do Zodíaco



Áries


Touro


Gêmeos



















Câncer



Leão



Virgem



Libra



Escorpião



Sagitário



Capricórnio



Aquário



Peixes







sábado, 23 de agosto de 2014

Constelações

Na astronomia moderna, uma constelação é uma área internacionalmente definida da esfera celeste. Essas áreas são agrupadas em torno de asterismos, padrões formados por estrelas importantes, aparentemente próximas umas das outras no céu noturno terrestre.
Fonte: Wikipédia

Algumas das constelações mais conhecidas:


Andrômeda

Órion


Cassiopeia


Ursa Maior e Ursa Menor


Cruzeiro do Sul


Cisne

























Abaixo segue uma lista de constelações.

  • Andrômeda, a princesa.
  • Antlia, a máquina pneumática, a bomba de ar
  • Apus, a ave-do-paraíso
  • Aquarius, aquário, o carregador de água
  • Aquila, a águia
  • Ara, o altar
  • Aries, o carneiro
  • Auriga, o cocheiro
  • Boötes, o boieiro, o pastor.
  • Caelum, o cinzel, o buril
  • Camelopardalis, a girafa
  • Cancer, o caranguejo
  • Canes Venatici, os cães de caça
  • Canis Major, o cão maior
  • Canis Minor, o cão menor
  • Capricornus, capricórnio, a cabra do mar
  • Carina, a carena (ou quilha) do navio
  • Cassiopeia, a rainha
  • Centaurus, o centauro
  • Cepheus, o rei
  • Cetus, a baleia
  • Chamaeleon, o camaleão
  • Circinus, o compasso
  • Columba, a pomba
  • Coma Berenices, a cabeleira de Berenice
  • Corona Australis, a coroa austral (ou coroa do sul)
  • Corona Borealis, a coroa boreal (ou coroa do norte)
  • Corvus, o corvo
  • Crater, a taça
  • Crux, o cruzeiro do sul
  • Cygnus, o cisne (também chamada de "cruz do norte")
  • Delphinus, o golfinho, o delfim
  • Dorado, o dourado
  • Draco, o dragão
  • Equuleus, potro, o pequeno cavalo
  • Eridanus, o rio
  • Fornax, a fornalha
  • Gemini, os gêmeos
  • Grus, o grou
  • Hércules, o filho de Zeus
  • Horologium, o relógio
  • Hydra, Hidra (cobra de água) (Fêmea)
  • Hydrus, Hidra Macho
  • Indus, o índio
  • Lacerta, o lagarto, a lagartixa
  • Leo, o leão
  • Leo Minor, o leão menor, lionete
  • Lepus, a lebre
  • Libra, a balança
  • Lupus, o lobo
  • Lynx, o lince
  • Lyra, a lira
  • Mensa, a Montanha da Mesa na Cidade do Cabo
  • Microscopium, o microscópio
  • Monoceros, o unicórnio
  • Musca, a mosca
  • Norma, a régua, o esquadro
  • Octans, o oitante
  • Ophiuchus, o serpentário (criador de serpentes)
  • Orion, o caçador
  • Pavo, o pavão
  • Pegasus, o cavalo alado
  • Perseus, o herói que decapitou Medusa
  • Phoenix, a fênix
  • Pictor, o pintor
  • Pisces, os peixes
  • Piscis Austrinus, o peixe austral (ou peixe do sul)
  • Puppis, a popa (do navio)
  • Pyxis, a bússola
  • Reticulum, o retículo
  • Sagitta, a flecha, a seta
  • Sagittarius, sagitário, o arqueiro
  • Scorpius, o escorpião
  • Sculptor, o escultor
  • Scutum, o escudo
  • Serpens, a serpente (a única constelação dividida em duas regiões: Serpens Cauda e Serpens Caput)
  • Sextans, o sextante
  • Taurus, o touro
  • Telescopium, o telescópio
  • Triangulum, o triângulo
  • Triangulum Australe, o triângulo austral (triângulo do sul)
  • Tucana, o tucano
  • Ursa Major, a ursa maior
  • Ursa Minor, a ursa menor
  • Vela, a vela (do navio)
  • Virgo, a virgem
  • Volans, originalmente Piscis Volans, o peixe-voador
  • Vulpecula, a raposa, o raposinho, originalmente Vulpecula cum Anser, a raposa com o ganso

Fonte: Wikipédia



domingo, 17 de agosto de 2014

Cometa

Cometa é um objeto celeste formado basicamente por gelo e que se encontra em movimento pelo espaço. No sistema solar, as órbitas dos cometas costumam se estender para além do planeta Plutão.

Muitas vezes os cometas tornam-se visíveis a olho nu. São formados, além de gelo, por minerais e materiais voláteis como, por exemplo, dióxido de carbono, gás metano, entre outros.

A cauda do cometa é formada em função do derretimento de seus componentes quando este se aproxima do Sol.

Muitos cientistas afirmam que os cometas se originaram de resíduos deixados pela condensação da nebulosa que formou o sistema solar.

Fonte: Sua Pesquisa


sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Fenômeno Superlua

Este ano ocorreu o fenômeno chamado superlua, no dia 10 de Agosto.

Superlua em Belo Horizonte (Foto: Bernardo Lins Machado/Divulgação)
Vista da Serra do Curral registrada do bairro Anchieta, em Belo Horizonte às 18h20 (Foto: Bernardo Lins Machado/Arquivo Pessoal)
Fonte: G1

Em astronomia, chama-se superlua ou superlua cheia a ocasião na qual a lua cheia se situa a não mais de 10% do seu ponto mais próximo da Terra no percurso da sua órbita (o perigeu). Isto acontece devido à órbita lunar ser elíptica e o seu centro não coincidir com o centro da Terra. Nos referidos casos, por estar mais próxima da Terra, apresenta-se maior e mais brilhante que o normal.
Fonte: Wikipédia





São Paulo (Foto: Igor do Vale, Futura Press)



Distrito Federal (Foto: Agência Brasil)



Ilha do Governador, no Rio de Janeiro (Foto: Luiz Gustavo Drumond Aciolli, vc repórter)

Fonte: Terra


Países de fuso horário adiantado em relação ao Brasil observaram antecipadamente o fenômeno, que teve seu ápice às 14h44 (horário de Brasília).



A lua aparece acima do Coliseu e da antiga Santa Francesca Romana Basílica campanário, em Roma, na Itália
(Foto: Andrew Mecichini/AP)




Superlua próxima à escultura do Anjo da Paz em Londres, na Inglaterra (Foto: Alastair Grant/AP)


Fonte: Terra